quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Prométete

Nada podrá detenerte!
Afirmo esto para ti.
Eleva tus sueños al plano más elevado,
Para que así ninguna persona, o cosa con malas intenciones, pueda tocarlo.
Eleva tus pensamientos al infinito.
Prométete a ti mismo que tus promesas van de ser solamente tuyas.
Y al final, todo será recompensado.
Pues si tu ganas en tus sueños, todos han de ganar. 
De esta manera, tu podrás decirle al mundo: Yo logre!
Y las personas celebraran contigo.
Pero si tú por algun motivo que sepas, o no, no cierras tu proyecto,
La gente no tiene por qué saberlo.
Muchas de las veces cuando compartes algo y no termina de la mejor manera,
La gente te juzga. Juzga con tanta convicción que esto te afecta.
Te afecta tanto, pero tanto, que es posible que dejes de luchar por tus sueños.
No solo tus sueños, sino también tu estado emocional.

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

De Eloisa para Abelardo


Poema de Alexander Pope
Inglaterra 1688 – 1744
Tradução de Jorge Luis Gutiérrez

(fragmentos)

Nesta profunda solidão e terrível cela,
Onde a contemplação celestial do pensamento habita,
E sempre reina a meditação melancólica;
Que significa esta agitação nas veias de uma virgem?
Por que meus pensamentos se aventuram além do último retiro?
Por que sente meu coração este amplo e esquecido calor?
Ainda, ainda eu amo! De Abelardo veio,
E Eloisa ainda deve beijar seu nome.

Querido fatal nome! Restos nunca confessados,
Nunca passarão estes lábios no sagrado silêncio selado.
Ocultá-lo, meu coração, dentro desse disfarce fechado,
Quando se funde com Deus, sua falsa idéia amada:
Ó mesmo não o escrevendo, minha mão - o nome aparece
Logo escrito – a purificação acabo com minhas lágrimas!
Em vão a perdida Eloisa chora e reza,
Seu coração ainda manda, e a mão obedece.

Inexoráveis paredes! cuja obscura ronda contém
arrependidos suspiros, e amarguras voluntárias:
Vós rochas fortes! Que santos joelhos desgastaram;
Vós grutas e cavernas inalcançáveis com horrível espinhas
Santuários! onde as virgens mantiveram seus pálidos olhos,
E a tristeza dos santos, cujas estátuas aprenderam a chorar!
Embora frio como você, imóvel, em silêncio crescente,
Eu ainda não esqueci-me como pedra.

Nem tudo está no céu enquanto Abelardo tem parte,
Ainda a natureza rebelde mantém a metade de meu coração;
Nem a oração nem os jejuns acalmaram seus impulsos persistentes,
Nem as lágrimas, ou a idade, o ensinaram a fluir em vão.

Como é imensa a felicidade da virgem sem culpa.
Esquecendo o mundo e o mundo esquecendo-a.
Eterno resplendor de uma mente sem lembranças!
Cada oração aceita e cada desejo realizado;
Trabalho e descanso mantidos em iguais períodos;
Obedientes sonhos dos quais podemos acordar e chorar;
Calmos desejos, afetos sempre furiosos.
Deliciosas lágrimas, e suspiros que bóiam no paraíso.
Graça que brilha a seu arredor com raios serenos.
O murmúrio dos anjos arrulha seus sonhos dourados.
Por sua eterna rosa que floresceu no Éden.
E as asas dos serafins derramam perfumes divinos,
Para ela, o esposo prepara o anel nupcial,
para ela as brancas virgens cantam a canção da boda,
e ao som das harpas celestiais ela morre
e se desfaz em visões do dia eterno.