sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Todo a de pasar un día
Quizas no sea hoy, mañana o después
Pero, me pongo nervosio por piensar en ti
Y en mismo tiempo que creo conocerte
Tambien creo que no sé casi nada de ti
Como podrás? Como sucede esto?
Digame! Digame!
Es cierto que te entiendo
Es cierto que as veces quiero olvidar de todo esto
Y desaparecer
Sea por unos dias
O meses, quizas años demasiados para recuerdos
Recuerdos? Que recuerdos?
Solo pienso en quedarme contigo
Pero no sé
Tú lo piensas? Como? Cuando? Piensas como yo?
Estoy inseguro
Te necesito
No quiero olvidar, pero tengo miedo
Miedo que el miedo sea mayor que la fuerza
Tú me das
Me da fuerza, necesito esto
Piensalo bien, pues
En fin, no hay cambios
No hay regresos
No te puedes fugir
Quédate

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Elles e Ellas

(...)

— Vem cá, minha filha... senta-te aqui, entre teu pai e tua mâi.. assim., falávamos justamente a teu respeito; tua mâi está preocupada com o teu estado de saúde. acha-te pálida, mais magra, com olhos de choro. Que te amofina ? dize; sabes que estamos prontos a fazer tudo pela tua felicidade, não quero que nos ocultes os teus desgostos; persuade-te de que os nossos conselhos só poderão servir para desvanecer as tuas duvidas, se as tens, ou os teus cuidados—e sê franca... não respondes?... Bonito, agora choras! Mas por que choras, filhinha? Estarás porventura doente? Dóe-te alguma coiza?
— Não.
— Nesse cazo. quem te vir assim ha de julgar que teu marido. Peor, agora soluças!, mas o teu marido parece um rapaz correto, um bom rapa?...
— Elle é bom...
— Se elle é assim não vejo motivo para chorares, nem para andares tão taciturna.. — Estou triste porque elle matou o lago.. não é por mais nada.
— O lago?... o teu cachorrinho? oh! mas isso foi uma brutalidade sem nome.

Elles e Ellas, 1922
Júlia Lopes de Almeida